Se há algo para recordar,
Que seja o primeiro beijo.
O primeiro beijo do primeiro amor?
Não! O primeiro de cada amor vivido.
Efêmero, passageiro, violento, singelo.
Promessa, ansiedade, expectativa.
Um beijo por amizade, delicado e cuidadoso.
Um beijo por desejo, o corpo contra a parede.
Um beijo por necessidade, a carência de contato.
A sensação do beijo e o sorriso que se abre.
Guardado no rosto a beleza do riso do olhar.
Um breve momento a sós no caos da multidão.
Eu amo você!
Vós a quem agora eu recordo.
Eu me esqueci de todos os mínimos detalhes.
Porém, ainda tenho tantos pequenos sentimentos.
Lembro-me de nosso primeiro beijo.
Lembro-me menos de nosso último.
Guardo em mim o nosso momento.
Pode ser clichê tudo o que escrevo agora.
Mas, o Bruno é bobo, não serve para ser poeta.
O Alegorista
Que seja o primeiro beijo.
O primeiro beijo do primeiro amor?
Não! O primeiro de cada amor vivido.
Efêmero, passageiro, violento, singelo.
Promessa, ansiedade, expectativa.
Um beijo por amizade, delicado e cuidadoso.
Um beijo por desejo, o corpo contra a parede.
Um beijo por necessidade, a carência de contato.
A sensação do beijo e o sorriso que se abre.
Guardado no rosto a beleza do riso do olhar.
Um breve momento a sós no caos da multidão.
Eu amo você!
Vós a quem agora eu recordo.
Eu me esqueci de todos os mínimos detalhes.
Porém, ainda tenho tantos pequenos sentimentos.
Lembro-me de nosso primeiro beijo.
Lembro-me menos de nosso último.
Guardo em mim o nosso momento.
Pode ser clichê tudo o que escrevo agora.
Mas, o Bruno é bobo, não serve para ser poeta.
O Alegorista
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