domingo, 9 de fevereiro de 2014

Uma cerveja, um cigarro, uma brisa fria para recordar, numa varanda, um amor, que vem em volta da imensidão do nada de minha mente, tortuoso entre os goles e as sinuosas linhas de fumaça, que a brisa fria que me toca, leva para longe, assim como meus pensamentos me levam para a terra de ninguém, terra de ninguém além de mim saberia entender o que se passa lá, ou as vezes acabo entendendo, por causa da cerveja, do cigarro, da varanda e da brisa fria.

Henrique Campos Rennó

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