Uma cerveja, um cigarro, uma brisa fria para recordar, numa varanda, um amor, que vem em volta da imensidão do nada de minha mente, tortuoso entre os goles e as sinuosas linhas de fumaça, que a brisa fria que me toca, leva para longe, assim como meus pensamentos me levam para a terra de ninguém, terra de ninguém além de mim saberia entender o que se passa lá, ou as vezes acabo entendendo, por causa da cerveja, do cigarro, da varanda e da brisa fria.
Henrique Campos Rennó
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